segunda-feira, 3 de agosto de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Apaixonada
Apesar do meu amor à leitura, eu acho desperdício gastar tanto dinheiro com livros. É triste que no nosso país um bom livro, de uma boa editora, com uma boa capa beire os cinquenta reais. Esses dias eu tava procurando um livro para a minha aula de inglês e acabei encontrando dois outros que imediatamente me despertaram aquela vontadezinha de tê-los. Para alguns é sapatos, para mim é livros. Se me dessem o direito de escolher uma loja para ter um crédito sem limite, seria a saraiva megastore. Mas voltando, esses dois livros eram de editoras americanas e eu comprei cada um a bagatela de R$ 6,50 cada. Isso que cada livro tem aproximadamente 400 páginas. É por isso que nosso país não vai pra frente, mas esse não é o discurso deste post. Então, voltando ao ponto inicial, eu acho desperdício gastar tanto dinheiro para comprar um ou dois livros quando se têm bibliotecas muito boas disponíveis. Eu, estudante, tenho ainda mais facilidade. Os que não tem essa sorte, fica o aviso de não menosprezar as bibliotecas públicas, já que estas muitas vezes têm livros incríveis e a custo de uma inscrição ou doação de um livro.
Então, tive que comprar o meu livro de inglês (Slumdog Millionaire, sim o do filme) pela internet e pra ter o frete grátis, comprei também um livro de contos da Virginia Woolf que tava em promoção. Os dois chegaram a pouco, depois de uma loooonga demora. Eu tava abrindo e quase tive uma síncope quando vi o livro da V. Woolf. Sério, é surreal. É vermelho e tem uma estampa lindíssima. Eu abri e senti aquele cheiro de livro novo, inebriante. E abri numa página qualquer para ler um pequeno trecho. Fiquei assim, extasiada.
Então, tive que comprar o meu livro de inglês (Slumdog Millionaire, sim o do filme) pela internet e pra ter o frete grátis, comprei também um livro de contos da Virginia Woolf que tava em promoção. Os dois chegaram a pouco, depois de uma loooonga demora. Eu tava abrindo e quase tive uma síncope quando vi o livro da V. Woolf. Sério, é surreal. É vermelho e tem uma estampa lindíssima. Eu abri e senti aquele cheiro de livro novo, inebriante. E abri numa página qualquer para ler um pequeno trecho. Fiquei assim, extasiada.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Processo Natural
Eu tenho o péssimo hábito/vício de enrolar o cabelo. Não sei como, mas eu enrolo, faço um bolinho e fica um lado muito macio do cabelo e fico passando o dedo ou as vezes na bochecha. Nisso eu torço a musculatura facial. É uma coisa bem bizarra até. A questão é que eu faço isso a 15 anos e acho que não vou conseguir parar tão cedo. O que quase me fez parar foi o meu reflexo no espelho um dia desses. Eu fui arrumar o cabelo e vi uma RUGA enorme na minha cara, justamente por torcer e tal. Daí eu fiquei apavorada, né, uma ruga, peloamordedeus, eu tenho apenas 15 anos (menos de um mês para fazer 16, true). Enfim, era momentânea, tipo quando você dorme em cima do braço e ele fica com aquele jeito estranho, sabe?
Toda essa introdução para expressar o que eu penso sobre envelhecer. Hoje o tópico surgiu na forma da Madonna, uma criatura muito bizarra na minha opinião. O que eu acho até triste, porque ela já foi um grande símbolo feminista e quebrou muitos preconceitos também. O que eu quero dizer é que você pode não saber o que vai fazer na faculdade, com que cara vai sair no sábado a noite, que roupa vai usar no primeiro dia de estágio ou que resposta marcar no simulado. Mas, com toda a certeza do mundo, você sabe que vai morrer. De algum modo, vai. Ponto final. Alguns não tem a sorte de chegar tão longe e morrem jovens. Já outros alcançam várias dezenas de vida. Para esses, acho que deve ser motivo de orgulho uma ruga. Esta, ao meu ver, é o marco da experiência e um sinal do amadurecimento. Envelhecer com dignidade é bonito. Não to falando pra todo mundo virar um Keith Richards, cada um sabe como se sente bem com sua aparência. Mas não é um absurdo que mulheres injetem milhões de substâncias na cara pra ficar tudo com a mesma expressão esticada e artificial? Acho quase doentio querer parecer 20 anos quando na verdade se tem 60. E isso em questões de aparência. Vou passar para a próxima etapa.
Eu não vejo problema nenhum em se ter um espírito jovem, apesar de ter 60 ou 70 anos. Acho legal, até. Pessoas que buscam se renovar e descobrir novas sensações com a noção de que a vivência é o que importa, apesar da idade. Mas há comportamos que simplesmente não se adequam a certas idades. Assim como você não espera uma garota de 7 anos usar batom vermelho e salto agudo, também não se espera que uma mulher de 50 use collant e meia-calça arrastão. Não sei se é por falta de noção ou por achar legal manter uma imagem assim, eu só discordo de quem diz que isso é um símbolo (estamos claramente falando da Madonna aqui) e um meio de se manter atual. Acho que, como já disse, aceitar sua idade e saber se adequar a ela é fundamental. É possível ser uma pessoa divertida, carismática e sexy aos 20, 30, 40 e 50 anos. Não é triste você desprezar toda a sua experiência e caminho de vida tentando agir como se tivesse parado no tempo e não tivesse aprendido tanto com as lições ensinadas nessa trajetória?
Toda essa introdução para expressar o que eu penso sobre envelhecer. Hoje o tópico surgiu na forma da Madonna, uma criatura muito bizarra na minha opinião. O que eu acho até triste, porque ela já foi um grande símbolo feminista e quebrou muitos preconceitos também. O que eu quero dizer é que você pode não saber o que vai fazer na faculdade, com que cara vai sair no sábado a noite, que roupa vai usar no primeiro dia de estágio ou que resposta marcar no simulado. Mas, com toda a certeza do mundo, você sabe que vai morrer. De algum modo, vai. Ponto final. Alguns não tem a sorte de chegar tão longe e morrem jovens. Já outros alcançam várias dezenas de vida. Para esses, acho que deve ser motivo de orgulho uma ruga. Esta, ao meu ver, é o marco da experiência e um sinal do amadurecimento. Envelhecer com dignidade é bonito. Não to falando pra todo mundo virar um Keith Richards, cada um sabe como se sente bem com sua aparência. Mas não é um absurdo que mulheres injetem milhões de substâncias na cara pra ficar tudo com a mesma expressão esticada e artificial? Acho quase doentio querer parecer 20 anos quando na verdade se tem 60. E isso em questões de aparência. Vou passar para a próxima etapa.
Eu não vejo problema nenhum em se ter um espírito jovem, apesar de ter 60 ou 70 anos. Acho legal, até. Pessoas que buscam se renovar e descobrir novas sensações com a noção de que a vivência é o que importa, apesar da idade. Mas há comportamos que simplesmente não se adequam a certas idades. Assim como você não espera uma garota de 7 anos usar batom vermelho e salto agudo, também não se espera que uma mulher de 50 use collant e meia-calça arrastão. Não sei se é por falta de noção ou por achar legal manter uma imagem assim, eu só discordo de quem diz que isso é um símbolo (estamos claramente falando da Madonna aqui) e um meio de se manter atual. Acho que, como já disse, aceitar sua idade e saber se adequar a ela é fundamental. É possível ser uma pessoa divertida, carismática e sexy aos 20, 30, 40 e 50 anos. Não é triste você desprezar toda a sua experiência e caminho de vida tentando agir como se tivesse parado no tempo e não tivesse aprendido tanto com as lições ensinadas nessa trajetória?
sábado, 27 de junho de 2009
GG addicted
O meu cara ideal é 15% Finn, 30% Logan, 30% Jess e 25% Dean. Alguém bate um papo com a Amy Sherman-Palladino pra ver se ela conhece alguém semelhante às porcentagens supracitadas?
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Comfort Zone
Eu acho tão triste que as pessoas mantenham-se unidas por conformismo. Que, por não ter opções, aceitam uma convivência que não desejam. Se existe o sentimento de que algo está errado, é porque de fato está. E não tentar sair da zona de conforto por medo, intimidação ou falta de força de vontade é o pior que pode ocorrer à alguém. Sei lá, acho que um espírito crítico e proativo é inerente ao ser humano. E não se deve simplesmente sufocar isso. Muito pelo contrário, deve-se trazer à tona. Qual o sentido em aceitar tudo sem indagações? E por tudo eu me refiro à tudo mesmo. Não basta criticar o governo, a economia, a condição social dos centros urbanos. Acho fundamental saber criticar nossos valores, nossos conceitos, nossos relacionamentos e, talvez o mais importante, nós mesmos. Porque é muito fácil olhar pra fora.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Sorte de hoje
O orkut tem me surpreendido com as frases breguinhas que aparecem na página inicial. De algum modo, elas tem sido quase interessante. A de hoje: "O mundo é uma tragédia para os que sentem e uma comédia para os que pensam".
E para os que pensam e sentem???
E para os que pensam e sentem???
domingo, 21 de junho de 2009
Meu iPod é desses que tem tudo: música, video, agenda, safari, previsão do tempo e até um aplicativo de ações (o que para moi é BEM inútil). Porém, recentemente, comecei a usá-lo para me organizar com coisas do colégio. Nisso comecei a usar o bendito para tudo, até mesmo para navegar na Internet, exatamente como estou fazendo agora. Então. Já que estou aderindo a essa tecnologia, resolvi fazer um twitter de uma vez e me declarar addicted logo. Quem quiser acompanhar-me lá, o meu perfil é esse.
xx
xx
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